Significado de Medidas de Armazenamento

Avanços tecnológicos permitem que novos dispositivos expandam a capacidade e velocidade

¿O qué são medidas de armazenamento?

São a matemática binária que administra o registro dos dados digitais começando com um -1- bit, entendido como a possibilidade de ser um 1 ou 0, a partir desta superfície escalamos 8 unidades para representar um byte como primeiro escalão. Dado que funciona sobre a base de um cálculo binário e não decimal, observa-se que 1 kilobyte, como segundo escalão, representa 1024 Bytes em vez de mil como qualquer um poderia pensar erroneamente. Da mesma forma, estabelece hoje em dia um recurso praticamente inesgotável, pois na maioria dos casos a capacidade pode ser expandida ao conectar-se com outra fonte de memória, ao menos que se opte por um dispositivo como um iPhone que se autolimita para poder lucrar com seu usuários, sendo um motivo para justificar a diferença nos preços dentro da mesma linha.

Vale observar, como detalhe, que normalmente quando uma sigla é utilizada para representar um tipo de unidade, no caso os Bits, emprega-se o b minúsculo, enquanto que Bytes se apresenta como B maiúscula para assim ser diferenciada.

Classificação e cálculo de medidas

Como observamos, 1024 bits se transformam em 1 Kilobyte, e a partir daí se consegue o restante das medidas, por exemplo, para distâncias a unidade mínima é o milímetro e a partir daí constitui o centímetro, o metro e o quilômetro.

No caso das medidas de informação e seus agrupamentos estão inclusos:

1024 bytes = 1 Kilobyte (KB)

1024 * 1024 bytes = 1 Megabyte (MB)

1024 * 1024 * 1024 bytes = 1 Gigabyte (GB)

1024 * 1024 * 1024 * 1024 bytes = 1 Terabyte (TB)

1024 * … x5 bytes = 1 Petabyte (PB)

1024 * … x6 bytes = 1 Exabyte (EB)

1024 * … x7 bytes = 1 Zettabyte (ZB)

1024 * … x8 bytes = 1 Yottabyte (YB)

Como vemos, para obter uma unidade, é necessário apenas multiplicar a unidade anterior por 1024.

Origens da proposta

A partir do momento em que os primeiros seres humanos tiveram consciência de si quiseram medir as coisas. Para sua sobrevivência era necessário prever acontecimentos repetitivos e, assim, o tempo, as distâncias e as medidas de peso foram surgindo. As tecnologias da informação e da comunicação não são uma exceção e a partir de certo momento foi necessário medir como se armazenava a informação.

Este momento aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial, entre 1947 e 1948, quando os computadores passaram a ser digitais. Neles, as informações eram salvas – como ainda são -em um formato discreto, em posições de memória que podem ter um dos dois estados possíveis: 1 ou 0, desligado ou ligado, positivo ou negativo.

Isto se deve graças a uma nova tecnologia que permitia armazenar uma unidade mínima de informação em um elemento magnético polarizado. A polarização permitia um dos dois estados possíveis (negativo ou positivo); nascia aí o bit.

A partir do bit como unidade básica, nascem seus múltiplos, começando pelo Byte, formado por oito bits.

Uso das medidas de armazenamento em dispositivos

Na hora de comprar um dispositivo de armazenamento ou memória RAM, devemos prestar atenção na quantidade numérica e no tipo de unidade.

Por exemplo, um disco rígido ou unidade SSD de 1 TB tem uma capacidade maior do que outro de 256 GB, uma vez que o TB é de ordem superior ao GB. Neste caso particular, teríamos 1024 GB na unidade de 1 TB.

Devido às necessidades dos sistemas operacionais, nunca dispomos de todo o espaço de armazenamento do disco, já que parte deste é reservada para a organização do sistema de arquivos, para acomodar os índices que apontam para os arquivos armazenados.

O futuro

A computação quântica rompe com este rígido esquema de numeração, pois cada posição quântica pode representar dois estados simultaneamente. As novas unidades estão baseadas em cúbitos, embora falte tempo para os mortais trabalharem com elas.

O cúbito é um conceito bem abstrato, podendo ser definido como vetor de módulo igual a um, ou seja, pode estar no estado 0, 1 ou intermediário indeterminado.

Por outro lado, duvidamos que a Apple mude sua política de restringir sua capacidade de armazenamento no iPhone, que chega a 512 GB, embora um Galaxy possa alcançar até três vezes o suporte observado em um iPhone, graças ao bom senso com o uso de cartões externos e pela honestidade com seus clientes.

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